Início Sociedade PORTO DE LUANDA ENVIA 42 TONELADAS DE BENS DIVERSOS AS VÍTIMAS DAS CHEIASEM BENGUELA

PORTO DE LUANDA ENVIA 42 TONELADAS DE BENS DIVERSOS AS VÍTIMAS DAS CHEIASEM BENGUELA

por Editor

O Porto de Luanda procedeu, neste domingo, 19, o envio de 42 toneladas de ajuda humanitária para a província de Benguela, numa operação logística de emergência destinada a mitigar os efeitos das cheias causadas pelo transbordo do rio Cavaco.

A iniciativa, enquadrada na política de responsabilidade social da empresa e no seu compromisso com o Pacto Global das Nações Unidas, foca-se na estabilização das condições de vida das populações fustigadas pela intempérie, lê-se no seu ‘site’.

O gesto institucional, esclarece, responde directamente ao apelo de solidariedade do Presidente da República, João Lourenço, que culminou na criação da campanha “Corredor Humanitário Benguela”. Coordenada pelo Ministério dos Transportes, a iniciativa mobiliza todos os órgãos tutelados, agências e empresas do sector — entre as quais o Porto de Luanda — para garantir uma logística de socorro rápida e eficaz.

O donativo, composto por um lote inicial de 34 toneladas já entregue no terreno, prioriza a saúde e a reconstrução. Inclui medicamentos essenciais, bens alimentares não perecíveis, artigos de higiene e materiais de construção.

Esta selecção de bens visa dar resposta directa ao quadro de carência diagnosticado pelo Governo Provincial de Benguela, após o colapso dos diques de protecção, que resultou na destruição de habitações e na perda de bens em larga escala.

A entrega formal foi realizada pelo presidente do Conselho de Administração do Porto de Luanda, Alberto António Bengue, à vice-governadora para os sectores Político, Social e Económico, Cátia Cachuco. O acto reforça a rede de assistência técnica e salvamento coordenada pelo Chefe de Estado, que esteve recentemente na província para supervisionar as operações.

Embora o Porto de Luanda opere fora da jurisdição geográfica das zonas afectadas, a administração entende que a magnitude desta catástrofe exige uma resposta que transcende fronteiras administrativas.

“Com esta acção, a empresa assegura que os meios operacionais e médicos destacados para o apoio às vítimas disponham dos recursos necessários para a transição das famílias para áreas de segurança e para o início da recuperação das infra-estruturas básicas”, conclui a nota publicada no ‘site’.

Poderá também achar interessante