A economia angolana, ao longo dos tempos, tem vivido diversos factores que impedem o seu crescimento, tal como seria de desejar e como tem sido preconizado.
Para se ultrapassar o impasse, o Governo angolano apostou na diversificação da economia, incentivando e apoiando a produção, a vários níveis, nos diferentes sectores geradores de desenvolvimento.
Hoje por hoje, enquanto uns dão o seu melhor, não poupando esforços e até mesmo sacrificando-se em prol do desenvolvimento geral do país, outros, quais parasitas que só sugam o sangue alheio, detractores, maldizentes, inimigos do progresso, do desenvolvimento e que não querem ver Angola a trilhar caminhos que levem ao bem-estar do seu Povo, invejosos do sucesso dos que dão o litro pela nação e pela robustez da economia nacional, aliados de interesses obscuros, só sabem atacar, sujar, queimar a imagem e desmoralizar os cidadãos angolanos que se empenham e que lutam pelo engrandecimento do país, fazendo o bem sem olhar a quem.
Tais indivíduos preferem gastar tempo e a sua inteligência nos “laboratórios do mal” para destratar, inventar situações, pintar falsos cenários, para, entre outros fins inconfessos, impedir o crescimento da economia, criar o caos social e desestabilizar o país. Vem isto a propósito de notícias postas a circular, descrevendo que a empresa de transporte rodoviário de Angola, MACON, estará a enfrentar uma suposta crise de gestão “que tem gerado insatisfação tanto entre os trabalhadores quanto no governo”.
As referidas notícias, claramente difamatórias, sublinham que “no centro da polêmica está o presidente do Conselho de Administração (PCA) da empresa, Luís Máquina, que recentemente esteve à beira de ser demitido”.
A MACON Transportes foi criada em Maio de 2001 pelo Grupo VMD, do empresário Valdomiro Minoru Dondo, sendo portanto uma empresa privada, cuja gestão não diz respeito ao governo, como se tenta induzir.
O actual PCA, Luís Máquina, que se alega ter sido “oficialmente demitido, acusado de gestão danosa e roubo”, terá posteriormente recebido apoio de Minoru Dondo que reverteu a decisão.
Ao contrário do que a notícia faz referência, escondendo-se numa suposta fonte interna para garantir credibilidade, Minoru Dondo é o dono da MACON e se a empresa estiver a ser mal gerida e prejudicada, seja por quem for, de certeza que não iria deixar os seus créditos em mãos alheias.
Quanto a “ser detentor de segredos internos que poderiam abalar a empresa”, o que faz com que se mantenha no cargo, em meio a “mais descontentamento entre os funcionários e sócios”, enfatizando reiteradamente uma suposta insatisfação do governo, que também é apresentado como financiador da MACON “com dinheiro dos consumidores”, está clara a intenção maléfica dos difamadores.
Como qualquer empreendimento, estatal ou privado, a MACON tem os seus problemas, tem os seus altos e baixos, tem as suas quezílias laborais, afinal, uma empresa que emprega mais de 3.500 pessoas não pode estar isenta de situaçãos relativas aos recursos humanos. Onde há pessoas, seja em que organização for, há descrepâncias, há desacordos, há descontentamentos, que acabam por ser ultrapassados pelo bom senso da maioria, havendo também resquícios de mal-intencionados.
Os inimigos internos e externos de Angola, que querem ver o país atolado na miséria e no atraso, para que eles próprios continuem a saquear as riquezas nacionais, através de “mercenários”, não se cansam de difamar e rebentar a integridade moral de um cidadão angolano que, de forma abnegada e honesta, labuta há cerca de 22 anos na MACON.
Luís Maquina é daqueles homens resilientes que começou como segurança e, com muito esforço e estudo, foi de degrau em degrau ascendendo, passando por diversos cargos no seio da empresa até chegar a Presidente do Conselho de Administração (PCA).
Actualmente, a MACON Transportes gere uma frota de mais de 800 autocarros que ligam todas as 18 províncias de Angola e expandiu-se para a República Democrática do Congo e na Namíbia. Com mais de 3.500 pessoas em todo o país, a MACON tem desempenhado um papel de transformação no avanço da mobilidade e oportunidades económicas para milhões de angolanos.
Quanto aos problemas de mobilidade urbana na cidade e/ou província de Luanda, não podem ser atribuídos à MACON, considerando que não é a única empresa que opera na capital, de que se destaca a estatal TCUL, que é a maior de todas e que possui o maior número de veiculos, incluindo de maior capacidade.Luís Máquina tem sabido conduzir os destinos da MACON entre os desafios dos tempos actuais.
A empresa, ao contrário do que se pretende fazer crer, está mais viva e cada vez mais está a modernizar-se.É assim que, na sexta-feira, 11 de Outubro de 2024, a MACON lançou em Luanda, um aplicativo denominado APP-MACON.
Com este serviço tecnológico, a MACON passa a comercializar os seus bilhetes de passagem. De acordo com Luís Máquina, numa primeira fase o aplicativo estará disponível para as viagens interprovinciais, mas depois vai evoluir para os serviços urbanos e internacionais.
Ao mesmo tempo, a MACON inaugurou a sua sala de inteligência virtual, que passa a ter como missão a optimização da frota de autocarros da empresa como informou o PCA Luís Maquina.
Em Julho do corrente ano, Luís Máquina anunciou a aquisição de 50 autocarros para melhorar a prestação de serviços na capital e entre as províncias. A compra dos veículos, que custaram mais de cinco milhões de dólares, gerou 200 novos postos de trabalho, 100 dos quais foram cedidos ao Conselho Nacional da Juventude (CNJ), como resultado de uma parceria entre a organização juvenil e a empresa.
O problema de impacto ambiental causado pela principal base da MACON não é novo e anterior à gestão de Luís Máquina.
Entretanto, o PCA, em conjunto com as autoridades administrativas de Luanda têm estado a trabalho no sentido de que a situação seja rapidamente resolvida.
Trabalha Luís Máquina e não dá confiança aos difamadores, em árvore que não dá frutos ninguém atira pedras! (J24 Horas)

