Início Sociedade DETIDOS O DIRECTOR E O DIRECTOR ADMISTRATIVO DA ESCOLA DO PRIMEIRO CICLO LUCRÉCIA PAIM, SITUADA NA COMUNA DE LOMBE- MUNICÍPIO DE CACUSO, POR COBRANÇA E RECEBIMENTO INDEVIDO DE VALORES MONETÁRIOS

DETIDOS O DIRECTOR E O DIRECTOR ADMISTRATIVO DA ESCOLA DO PRIMEIRO CICLO LUCRÉCIA PAIM, SITUADA NA COMUNA DE LOMBE- MUNICÍPIO DE CACUSO, POR COBRANÇA E RECEBIMENTO INDEVIDO DE VALORES MONETÁRIOS

por Redação

No dia 03 do mês de Agosto do ano corrente, foi possível, por via de Denúncia anónima prestada ao Call Center da Delegação Provincial da IGAE/Malanje, tomar conhecimento da cobrança de valores em numerário aos Pais e Encarregados de Educação, com pretexto da confirmação de Matrículas, emissão de Certificados de Habilitações Literárias e Transferência dos seus Educandos.


Para o tratamento da referida Denúncia, uma Equipa composta por Inspectores da DP e Agentes do SIC, deslocou-se, pelas 13h40m, até ao local, tendo na ocasião actuado em flagrante, o Director da Escola do 1° Ciclo Lucrécia Paim, residente

e o Director Admistrativo da Escola acima referida respectivamente .O Director Admistrativo foi encontrado com o valor monetário de Kz 22.200.00 (Vinte e Dois Mil e Duzentos Kwanzas), recebidos das mãos dos Pais e Encarregados de Educação.


De referir que, indagado o Director da Escola, adiantou que a outra parte do dinheiro arrecadado, no valor monetário de Kz 48 000 00( Quarenta e Oito Mil Kwanzas) estavam guardados em sua residência, perfazendo um total de Kz 70.200,00 (Setenta Mil e Duzentos Kwanzas).


Considerando, que a conduta adoptada pelos implicados, configura em Acto de Improbidade Pública, nos ditames da Lei da Probidade Pública- Lei n° 3/10 de 29 de Março , conjugados, com o Crime previsto no artigo 365° do Código Penal- Lei n° 38/20 de 11 de Novembro, e passível de responsabilização administrativa ao abrigo da Lei n° 26/22, de 22 de Agosto.
Assim, em função da competência material, foram os envolvidos entregues ao Serviço de Investigação Criminal, da Polícia Nacional de Cacuso, com o valor apreendido, para serem presentes ao Ministério Público, afim de legalizar a detenção e desencadear ulteriores Procedimentos.


A Delegação Provincial da IGAE-Malanje, reitera o apelo aos Funcionários Públicos e Agentes Administrativos para se absterem das práticas nocivas a Administração Pública e encoraja aos Cidadãos a denunciarem tais actos, através do terminal telefónico n 119, cuja chamada é gratuita ou ainda pelo contacto telefónico 924-790707.

Poderá também achar interessante