Início Sociedade TRIBUNAL DE CONTAS DE ANGOLA COMPLETA EM 2026 UM QUARTO DE SÉCULO ENTRE MUITOS DESAFIOS

TRIBUNAL DE CONTAS DE ANGOLA COMPLETA EM 2026 UM QUARTO DE SÉCULO ENTRE MUITOS DESAFIOS

por Editor

O Presidente do Tribunal de Contas de Angola, Sebastião Domingos Gunza, apresentou um balanço dos progressos e as prioridades estratégicas para 2026, com foco na modernização e fortalecimento da fiscalização.

Em Janeiro de 2026, o Tribunal de Contas de Angola (TdC) está ativo, com o seu Presidente, Sebastião Gunza, apresentando avanços e prioridades para 2026, incluindo o início de obras na nova sede, com foco também na celebração do 25º aniversário da instituição, reforçando o seu papel de fiscalização das finanças públicas em um ano com desafios orçamentais, como o aumento da dívida e a necessidade de financiamento estatal. 

Há a destacar o início das obras de reabilitação e ampliação do edifício das “Três Aras”, que será a futura sede do Tribunal, segundo um vídeo de 17 de Janeiro.
A instituição celebra um quarto de século de existência como órgão superior de controlo das finanças públicas, reafirmando o seu compromisso com a boa governação e transparência.

O Tribunal de Contas de Angola já tinha aprovado o Plano Geral de Atividades para 2026 em Dezembro de 2025, sob a presidência de Sebastião Domingos Gunza, e o Plano Anual de Fiscalização para o corrente ano, que deu início, focando-se na boa governação, modernização (com transformação digital e IA), rigor fiscalizatório, que inclui metas altas de execução processual e novos indicadores de desempenho, e valorização do capital humano, lançando ainda uma nova logomarca, tudo para reforçar a eficácia do controlo das finanças públicas e a transparência. 

O governo prevê um aumento significativo do serviço da dívida, com o orçamento dependendo de financiamentos internos e externos, segundo análises de Janeiro. Especialistas apontam para a escassez de dinheiro para as despesas do Estado em 2026, devido a fatores estruturais e conjunturais, com o orçamento a depender largamente de operações de crédito.

Projeções indicam crescimento da dívida interna e externa, com o Executivo a recorrer a Obrigações e Bilhetes do Tesouro para financiamento, o que pode limitar o crédito a empresas e famílias.

O Tribunal de Contas de Angola lidera a OISC-CPLP (Organização Internacional das Instituições Superiores de Controlo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). (J24 Horas)

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