Início Sociedade BENTO KANGAMBA LEVA “MARATONA” DE SOLIDARIEDADE E APOIO SOCIAL AO MERCADO DO TRINTA

BENTO KANGAMBA LEVA “MARATONA” DE SOLIDARIEDADE E APOIO SOCIAL AO MERCADO DO TRINTA

por Editor

Bento Kangamba levou solidariedade e apoio ao empreededorismo económico popular ao mercado do Trinta, incentivando a população a maior participação social na resolução dos problemas que afligem as comunidades.

Bento Kangamba, popularmente conhecido por “Activista do Povo” e também “Empresário da Juventude”, tal como prometeu, deu assim o pontapé de saída às “maratonas”, agendadas para começar em Abril.

Entretanto, chama a atenção as anunciadas inovações das “maratonas”. Kamganba anuncia que, fazendo jus à expressão, as “maratona” significam movimento, continuidade e resistência. Ou seja, são actividades comunitárias que geram oportunidades para pequenos comerciantes, sobretudo mulheres vendedoras e famílias que dependem da economia informal.

Tal como se viu no mercado do Trinta, em que Bento Kangamba foi totalmente envolvido por uma multidão, maioritariamente mulheres, que são o grosso de comerciantes, e também frequentadoras, as actividades primam pela
proximidade popular e a economia da vida real.

Segundo analistas atentos ao fenómeno social em Angola, “as chamadas ‘maratonas’, neste contexto, podem ser entendidas não apenas como eventos festivos, mas como espaços de encontro social e dinamização económica local”.

Entende-se assim que, “mais do que um simples momento de lazer, estas iniciativas podem ser vistas como plataformas de circulação de rendimento, onde o povo não é espectador, mas participante activo da economia do dia-a-dia. É aqui que reside uma das leituras mais interessantes do discurso de Kangamba: a valorização da vida popular como motor económico e social”.

Ainda de acordo com a mesma opinião, ”as ‘maratonas’ podem ser interpretadas como mais uma expressão dessa filosofia de proximidade: espaços onde a política se cruza com a vida quotidiana, onde a economia informal ganha visibilidade e onde sectores muitas vezes marginalizados encontram oportunidade de participação”.

Independentemente das leituras críticas que sempre existirão em democracia, há uma evidência que permanece: a capacidade de mobilização e de contacto directo com as massas continua a ser um elemento central da política angolana. E é nesse campo que Bento Kangamba se destaca, associando a sua imagem às “maratonas” como metáfora de movimento, energia popular e economia viva das comunidades.

A sua forma directa de comunicação, a proximidade com as comunidades e a capacidade de criar momentos de grande participação social fazem dele um actor político com forte ligação ao terreno, algo cada vez mais raro na política contemporânea.

“É precisamente esta dimensão que transforma a figura de Kangamba, para muitos, num mobilizador singular. Não apenas alguém que fala ao povo, mas alguém que procura criar condições para que o povo participe, circule, trabalhe e se reconheça como parte activa da vida social”, conclui o analista. (J24 Horas)

Poderá também achar interessante