Início Sociedade REFINARIA DE CABINDA: O ESPERADO ALÍVIO DA DEPENDÊNCIA DA IMPORTAÇÃO E PARA A ECONOMIA ANGOLANA

REFINARIA DE CABINDA: O ESPERADO ALÍVIO DA DEPENDÊNCIA DA IMPORTAÇÃO E PARA A ECONOMIA ANGOLANA

por Editor

A Refinaria de Cabinda será inaugurada no dia 01 de Setembro de 2025. De acordo com fonte ligada ao projecto a referida data já está confirmada. O Presidente da República, João Lourenço, garantiu há dias que, efectivamente, a refinaria será inaugurada no nono mês, Setembro, do corrente ano.

A Refinaria de Cabinda representa um passo importante para a diversificação da economia angolana e para a busca de maior autonomia energética. O sucesso do projecto dependerá da sua capacidade de operar dentro do prazo previsto, atingir os objetivos de produção e contribuir para a redução da dependência de combustíveis importados. 

A Refinaria de Cabinda promete ser uma infraestrutura crucial para Angola, com previsão de iniciar operações em Setembro de 2025.


A refinaria, que terá capacidade inicial de processar 30 mil barris de petróleo por dia, visa reduzir a dependência do país da importação de combustíveis, otimizando a refinação em território nacional. 

O projecto, liderado pela Gemcorp Holdings Limited (90%) e pela estatal angolana Sonangol (10%), faz parte de uma estratégia do governo angolano para aumentar a autonomia energética e otimizar a utilização dos recursos naturais. 

A refinaria terá capacidade inicial de processar 30 mil barris de petróleo por dia, com previsão de aumentar para 60 mil barris na segunda fase do projecto e irá produzir diversos derivados do petróleo, como gasóleo, Jet-1, óleo e nafta.

Com o objetivo de reduzir a dependência de Angola na importação de combustíveis, otimizar a refinação no país e gerar novos postos de trabalho, o projecto está dividido em três fases, com a primeira focada na produção de derivados básicos e a segunda e terceira fases voltadas para o aumento da capacidade de processamento e melhoria da qualidade dos produtos.

A refinaria, que está a ser construída em Cabinda, numa área de 313 hectares na planície de Malembo, próxima ao campo petrolífero de Malongo e ao terminal oceânico, surge como uma alternativa para reduzir a dependência de Angola da importação de combustíveis, especialmente num contexto de redução de subsídios aos combustíveis.

O projecto enfrentou desafios como o aumento de custos durante a pandemia da COVID-19 e a subsequente inflação, além de atrasos em comparação com as previsões iniciais.  (J24 Horas)

Poderá também achar interessante