Início Economia Acusado de fuga de capital e de lavagem de dinheiro: Bancário Fernando Teles nega ter sido “escorraçado” da banca angolana e portuguesa

Acusado de fuga de capital e de lavagem de dinheiro: Bancário Fernando Teles nega ter sido “escorraçado” da banca angolana e portuguesa

por Redação

O bancario Fernando Teles, está a ser acusado de ter sido impedido de exercer qualquer função ou cargo na banca angolana e portuguesa, após ter sido despoletado um processo investigativo do qual o gestor surge como tendo violado, através de esquemas de fuga de capital e de lavagem de dinheiro, vários normativos e convenções internacionais sobre boas práticas de gestão bancária.

Após ter tido tido contacto com a informação publicada em vários sites de notícia, o bancário Fernando Teles,sem gravar entrevista desmentiu tais informações garantindo se tratar de uma cabala contra si e que tudo não passa de falsidade.

“Todas as informções veiculadas à respeito contra mim e, sobre a minha possível saida da banca Nacional e Portuguesa não passam de pura mentira”, explicou, reafirmando que tudo o que foi dito e escrito nada tem a ver consigo.

Na acusação dá conta que mesmo com o impedidmento que pesa sobre si, bem como supostas infracções de condutas do código bancário, a mesa da Assembleia-geral de accionistas do Bic Seguros, entidade criada com as cores e activos do banco BIC, confiou ao gestor os destinos daquela seguradora.

Sobre este facto, Fernando Teles garantiu em nota de repúdio enviada ao Diário Independente que, em momento algum foi impedido de exercer as suas funções ou estar à frente da gestão de um Banco em Angola ou em Portugal.

De referir que Fernando Teles deixou a presidência do Conselho de Administração e da Comissão Executiva do Banco Internacional de Crédito (BIC), posições que ocupava (desde a fundação do banco em 2005), em 2019, tendo sido substituído por Fernando Duarte e o seu próprio filho, Hugo Teles, no quadro de um processo submetido naquela época ao Banco Nacional de Angola (BNA) para obtenção da comprovação da idoneidade dos que entram para cargos de liderança.

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