Início Economia BRUNO NETO ROUBOU 700 MILHÕES DE DOLARES NA SONANGOL

BRUNO NETO ROUBOU 700 MILHÕES DE DOLARES NA SONANGOL

por Editor

700 Milhões de dólares para um fundo de pensões a favor de Bruno Neto e Administração da SONANGOL Um fundo de pensões estimado em cerca de 700 milhões de dólares tem sido referido em contextos de alegadas irregularidades ligadas ao setor das telecomunicações em Angola.

Segundo informações que circulam em diferentes análises e relatos, esse fundo teria sido considerado como potencial instrumento para operações financeiras indevidas associadas a Bruno Neto.

A ACS é uma empresa que actua no sector das telecomunicações e tecnologia, sendo integralmente detida pela MSTelcom, uma subsidiária do Grupo Sonangol. A MSTelcom desempenha um papel relevante no suporte tecnológico e de comunicações do sector petrolífero angolano, o que confere à ACS uma posição estratégica dentro desse ecossistema.

De acordo com as mesmas fontes, a estrutura dessas alegadas operações envolveria uma rede de indivíduos, na qual são mencionados nomes como Victor Tumba e Edson Mancoca. No entanto, é importante destacar que tais referências surgem no âmbito de conversas de corredores, decorridos de uma campanha de adesão ao fundo de pensão que estaria a ser sensibilizado pelo então Sebastião Victor Tumba aos colaboradores desta mesma firma.

Não obtivemos fundamentos de este “apoio da Sonangol à sua subsidiária” teria sido efectivo.O caso levanta questões relevantes sobre a governação corporativa, a transparência na gestão de fundos de grande dimensão e os mecanismos de controlo em empresas estratégicas.

Reforça também a necessidade de sistemas robustos de supervisão para prevenir riscos financeiros e proteger activos institucionais, ao qual Bruno Neto detém destas mesmas evidências em sua posse e travando trabalhos internos sob administração de Eduardo dos Santos, Director de Inteligência e Segurança da petrolífera.

Até ao momento, a auditoria da Sonangol não se pronunciou em relação a pretensão do gestor, insistente com práticas de desvios de fundos do erário público, sob pena de sofrerem sanções acobertadas pelo administrador Baltazar Miguel, com quem o mesmo mantém relações próximas e duvidosas.

Poderá também achar interessante