Na passada segunda-feira (18), no Zango 3, em Luanda, ocorreu um crime brutal que chocou familiares, amigos e moradores da comunidade.
A vítima, identificada como senhor Elisandro Roque da Costa, que ter-se-á deslocado ao Zango 3 para procurar um amigo, com o objetivo de tratar assuntos relacionados a um visto de viagem.
Segundo relatos da família, ao chegar ao local, Sandro foi surpreendido por uma acusação de roubo, supostamente simulada por esse mesmo conhecido.
Ainda de acordo com testemunhos, o senhor Sandro teria suplicado por piedade, lembrando que conhecia os envolvidos há muito tempo e que mantinha uma relação próxima com a família, chegando a considerar a mãe de um dos suspeitos como uma mãe para si. Mesmo assim, a vítima foi violentamente agredida e queimada de forma bárbara.
Após o crime, os envolvidos terão levado o corpo ao Hospital Maria Pia, numa alegada tentativa de ocultar o ocorrido e dificultar o esclarecimento dos factos.
A família do senhor Sandro encontra-se profundamente abalada e clama por justiça. Os familiares pedem às autoridades competentes uma investigação rigorosa, célere e transparente, para que todos os responsáveis por este acto cruel sejam identificados, detidos e responsabilizados nos termos da lei.
Este caso levanta novamente preocupações sobre a justiça feita pelas próprias mãos, a violência extrema nas comunidades e a necessidade de reforço da segnurança e da confiança nas inst ituições.
É caso para questionar: “Enquanto o crime prolifera nas ruas, onde anda a polícia”?
