Amados! É tempo de corrigirmos e/ou darmos corpo com factos indeléveis as sábias palavras que devem ser cada vez mais objecto de trabalho, que passo a citar: “Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”.
O recurso a esta citação referenciada vem trazer a terreiro o que por sinal as autoridades administrativas locais nada fazem e ou perderam a capacidade imaginativa de promoverem e ou realizarem iniciativas em prol da Criança mormente no dia a ela dedicado a nível mundial, o 1 de Junho.
Por:Esteves Machado
É consabido que o factor de escudo e/ou de justificação, consiste na fundamentação da ausência de recursos, indisponibilidade financeira, entre outros, quando por cada circunscrição os recursos e as capacidades locais estão à vista e se contradiz no factor capacidade de gestão dos recursos pelos gestores.
impõe-se fazer mais e melhor em prol da Criança ainda que por incapacidade de promoção e realização, seja feita algo no dia 1 de Junho, Dia Internacional da Criança, e também no dia 16 de Junho, Dia da Criança Africana, ainda que de módico simbólico em prol dos petizes, quando ao invés disso, devemos fazê-lo todos os dias, à luz dos 11 Compromissos da Criança e daquilo que está consagrado na CRA, na Carta Mundial de Defesa dos Direitos Humanos e, igualmente, na Carta Africana.
Porém, as administrações locais devem retirar e ou capitalizar as capacidades locais afim de melhor dinamizarem acções multifacéticas a favor das crianças.
É momento de pôr cobro àss diferentes citações sobre os mais novos (petizes), quando o que fizemos por eles é incipiente.
Aqui, em abono da verdade, não cometo o desaire de dizer que nada se faz pela criança. Reitero nos meus escritos dizendo que ainda é incipiente, quando a partir das fontes locais, suportadas pelos recursos humanos locais e não só, algo mais se pode fazer em prol da Criança.
Não me arrisco dizer que o recurso às capacidades locais só é possível com a vigência do poder autárquico local, apesar de ser uma forma de governação que, de per si, ou de outro modo, significa “governação de residentes locais para os locais”.
Finalizo, como cidadão nacional respaldado pela CRA, expondo o meu sentimento sobre o que devia ter sido feito no dia 1 de Junho de 2024, completamente diferente das anteriores celebrações, assente na capacidade imaginativa dos gestores das administrações locais.
Pensemos nisso. Ou seja, “pensar global e agir local”!
Twala Kumoxi; Xalenu Kiambote; Nzambe Monene!
