Início Sociedade João Baptista Borges entre o “Cinturão e Rota” e uma agenda recheada na China

João Baptista Borges entre o “Cinturão e Rota” e uma agenda recheada na China

por Redação

O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, está, em Beijing, China, onde, durante cinco dias, vai cumprir uma agenda de trabalho, junto das autoridades chinesas e de empresas que lideram grandes projectos em Angola. O ponto alto da visita de João Baptista Borges será a participação no 3.º Fórum do Cinturão e Rota

O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, está desde a noite de domingo (15) em Beijing, para, entre outros assuntos, participar  no terceiro Fórum do Cinturão e Rota.

À sua chegada a Beijing, o ministro João Baptista Borges foi recebido pelo embaixador João Salvador Neto, que deu as boas-vindas à delegação composta por sete altos funcionários do Ministério da Energia e Águas (MINEA).

O MINEA, em comunicado de imprensa, informa que durante os cinco dias de estada em Beijing, o ministro João Baptista Borges vai cumprir uma agenda de trabalho com as autoridades chinesas e de empresas que lideram grandes projectos em Angola, entre as quais a China Gezhouba Group, encarregada das obras de construção da barragem de Caculo Cabaça, na província do Cuanza-Norte.

Com uma produção estimada em 2.170 megawatts, Caculo Cabaça é a maior obra deste género em construção por uma empresa chinesa no continente africano.

O Fórum do Cinturão e Rota, organizado pelo Governo chinês, conta com a participação de vários líderes mundiais, que vão debater o projecto de infra-estruturas do “gigante asiático”.

O evento, que começou terça-feira (17), foi aberto pelo Presidente chinês, Xi Jinping, que organizou um banquete de boas-vindas para os dirigentes estrangeiros e chefes de organizações internacionais participantes, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

Também conhecida por “Nova Rota da Seda” ou “Uma faixa, uma rota”, o “Cinturão e Rota”, é um projecto ambicioso lançado pelo Presidente chinês, Xi Jinping, em 2013.

Tem como objectivo melhorar as ligações comerciais entre a Ásia, Europa, África e o resto do mundo, através da construção de portos, caminhos-de-ferro, aeroportos e parques industriais, infra-estruturas que deverão permitir à China aceder a mais mercados e abrir novos locais de comercialização para as empresas chinesas. (J24Horas)

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