Início Sociedade ISAÍAS KALUNGA TRANSFORMOU O CNJ NUM CANAL DE FRAUDES E APROVEITAMENTO PESSOAL

ISAÍAS KALUNGA TRANSFORMOU O CNJ NUM CANAL DE FRAUDES E APROVEITAMENTO PESSOAL

por Editor

O assunto não é novo e retorna à ribalta com maior ímpeto. Isaías Kalunga, presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), volta a ser acusado de práticas de fraude e aproveitamento pessoal dentro da estrutura juvenil, especialmente em relação aos negócios realizados no Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA) e outras instâncias associadas.

De acordo com informações postas a circular, as organizações que integram o CNJ já não querem Isaías Kalunga como líder, devido à sua arrogância, petulância e às maquinações que perpreta para tirar proveito pessoal dos bens do Estado, lesando sempre outros membros, que são usados como bodes expiatórios das suas “engenharias”, m00s o indivíduo insiste em manter-se o máximo de tempo possível, pois a organização tem sido a sua “galinha dos ovos de ouro”!

Em meio a todo tipo de transgressões, negócios, aproveitamentos e malabarismos para obter sempre vantagens, como tem sido a postura adoptada em relação aos negócios realizados com os apartamentos em diversas centralidades, no FADA e em outros locais, Isaías Kalunga, que se encontra na liderança do CNJ ilegalmente, considerando que o seu mandatos já caducou faz tempo, considera-se intocável, por ser protegido por alguns segmentos do poder, de quem é um bajulador sem vergonha, sem carácter.

O mandato de Isaías Kalunga à frente do CNJ caducou em 2024, uma vez que foi eleito em Agosto de 2020, numa altura em que os documentos reitores da entidade estabeleciam mandatos de quatro anos.

A organização a que pertence (UNE Angola), e por via da qual dirige o CNJ, proibiu-o de deliberar ou representar, mas ele continua de pedra e cal.
A proibição implica perda automática da presidência, porque o mandato não é dele, é da instituição, atendendo que os mandatos nos órgãos do CNJ não são unipessoais, mas pertencem às organizações-membro, que indicam os seus representantes e possuem o direito de os substituir.

Entretanto, argumenta-se que o seu mandato só deveria terminar em 2026, porque, em Abril de 2021, uma Assembleia Extraordinária aprovou alterações pontuais aos Estatutos e ao Regulamento Interno, alargando o mandato presidencial para cinco anos.

Enquanto isso, Isaias Kalunga vai atropelando tudo e todos, não respeitando conceitos nem estatutos. Em actividades realizadas pelo CNJ, veste a camisola do MPLA ou com o retrato do seu líder, como se a organização juvenil da sociedade fosse um apêndice do partido no poder.

Isaías Kalunga, tal como qualquer outra membro da organização, é livre de ter a sua filiação político – partidária, mas deve ter o bom senso de não confundir “alhos com bugalhos”! Quando a bajulação chega a extremos rasteiros cheira mal!
Voltaremos com mais dados sobre o assunto! (J24 Horas)

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