O general na reserva Bento Kangamba, num momento em que Angola assinala 24 anos de Paz e Reconciliação Nacional, participa na conferência internacional que debate os desafios actuais da segurança global, juntando conhecimento, estratégia e visão em prol da manutenção da Paz em Angola e no Mundo.
O 24.º aniversário da Paz e Reconciliação Nacional está a ser marcado pela realização de uma conferência internacional que reúne especialistas de referência nas áreas da defesa, segurança e análise estratégica, com destaque para a participação de convidados portugueses com experiência governativa e militar.
A conferência, que decorre desde quinta-feira, 2 de Abril, em Luanda, é promovida pela Casa Militar do Presidente da República, sob o lema “Pelo Desenvolvimento Económico e Bem-Estar dos Angolanos, Juntos de Mãos Dadas” e pretende revisitar o percurso do país desde o fim do conflito armado até à consolidação de uma paz duradoura.
Entre os oradores convidados está José Azeredo Lopes, antigo ministro da Defesa Nacional de Portugal, jurista e académico com trabalho reconhecido nas áreas do Direito, Defesa e Relações Internacionais. Junta-se também Agostinho Costa, major-general português na reforma, conhecido pela sua intervenção pública em matérias de estratégia militar e conflitos contemporâneos.
A presença destes especialistas internacionais pretende reforçar o carácter analítico da conferência, que se propõe discutir o papel da paz como base para a estabilidade política, a coesão social e o reforço da autoridade do Estado.
O encontro surge num contexto globdmn marcado por novas ameaças à segurança, desde conflitos híbridos à reconfiguração do equilíbrio geopolítico, e procura posicionar Angola como um exemplo de transição de um conflito prolongado para um cenário de estabilidade consolidada ao longo de mais de duas décadas.
O general Bento Kangamba, o conhecido “Activista do Povo” e “Empresário da Juventude”, bastante estimado pela sociedade angolana por suas acções filantrópicas e de apoio incondicional às populações mais necessitadas do país, juntou a sua determinação com as dos demais participantes, visando realçar a posição de Angola no plano internacional, destacando a Paz como um activo estratégico na sua projecção regional e global. (J24 Horas)

