Início Sociedade COMISSÃO EUROPEIA VAI INVESTIR 15,5 MIL MILHÕES DE EUROS EM ENERGIAS RENOVÁVEIS PARA ÁFRICA

COMISSÃO EUROPEIA VAI INVESTIR 15,5 MIL MILHÕES DE EUROS EM ENERGIAS RENOVÁVEIS PARA ÁFRICA

por Editor

A Comissão Europeia anuncia investimento de 15,5 mil milhões de euros em energias renováveis para África.
Com este investimento, “milhões de pessoas poderão ter acesso a eletricidade”.

Com a população africana a caminho de duplicar até 2050, fornecer energia acessível e sustentável é crucial tanto para o desenvolvimento do continente como para as metas climáticas globais.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou sexta-feira (21), à margem da Cimeira do G20 em Johanesburgo, uma verba financeira de 15,5 mil milhões de euros para promover investimentos em energias renováveis para África e apoiar contribuições bilaterais.

Segundo a informação, a verba foi angariada ao longo de uma campanha iniciada há um ano e visa fortalecer a infra-estrutura energética do continente africano, onde, actualmente, cerca de 600 milhões de pessoas ainda não têm acesso à electricidade.

O pacote inclui uma contribuição de mais de 10 mil milhões de euros por parte da “Equipa Europa”, uma colaboração entre a União Europeia e os seus Estados-Membros.

O investimento será utilizado para financiar novos projectos da Iniciativa Portal Global, com apoio de países como Alemanha, França, Dinamarca, Itália, Países Baixos e Espanha, além do Banco Europeu de Investimento e do Banco Europeu para Reconstrução e Desenvolvimento.

A campanha, que visa aumentar o acesso à energia renovável em África, foi lançada em Novembro de 2024, no Rio de Janeiro, Brasil, por Ursula von der Leyen e o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.

África detém 60% dos melhores recursos solares do mundo, oferecendo uma oportunidade significativa para as energias renováveis. Apesar disso, o continente atrai apenas 2% do investimento global em energia e enfrenta desafios como elevados custos de capital, investimento limitado, barreiras geográficas e constrangimentos na cadeia de abastecimento. (J24 Horas)

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