Início Actualidade ÓSCAR RODRIGUES, ANTIGO ADMINISTRADOR DO BPC IMOBILIÁRIA, VÍTIMA DE ATAQUES EFECTUADOS POR INTERESSES OBSCUROS

ÓSCAR RODRIGUES, ANTIGO ADMINISTRADOR DO BPC IMOBILIÁRIA, VÍTIMA DE ATAQUES EFECTUADOS POR INTERESSES OBSCUROS

por Editor

Notícias postas a circular nos últimos dias acusam o antigo administrador do BPC Imobiliária, Óscar Rodrigues, de transformar aquele projecto do Banco de Poupança e Crédito (BPC) “num negócio de amigos”.As referidas notícias pecam pela imprecisão dos factos expostos, rebuscados, compilados com a simples intenção de atacar de forma cobarde uma pessoa que deixou de ser o administrador da referida imobiliária há mais de cinco anos, por ter sido transferido para assumir um outro projecto e responsabilidades.

Atendendo a trajectória de “engenharias malabaristas” que marcam o histórico do BPC, avultando-se o tristemente célebre “Crédito Mal Parado”, entre outros, que prejudicaram o Estado em centenas de milhões de kwanzas, não se duvida que o projecto tenha tomado outro rumo, totalmente diferente daquele que norteou a sua criação.

O projecto BPC Imobiliária foi lançado com o objectivo de alienar os seus activos e que tem sido um grande êxito e inovador no mercado até a data é que tem trazido grandes rendimentos para o Estado.Contudo, a medida que o tempo foi passando, simplesmente tornou-se motivo de críticas e acusações envolvendo membros do Conselho de Administração do Banco, assim como determinadas pessoas, apontadas como um “grupo restrito”, familiares e amigos, em prejuízo da instituição bancária e do erário.

De acordo com fontes próximas do processo, as acusações contra o ex-administrador, Óscar Rodrigues, são extemporâneas e não têm consistência, sendo mais uma forma de conspurcar o seu nome e a sua imagem, para satisfazer interesses obscuros de indivíduos que, dessa forma vil, querem obter benefícios inconfessos.

As fontes citadas acrescentam que não basta acusar este ou aquele elemento, simplesmente por ouvir dizer ou por causa de lamentos de quem acha que devia receber uma parte do “bolo”.É preciso sim trazer a público a verdade dos factos com coragem, responsabilidade, inteligência, espírito crítico, memória histórica e profundo respeito pela dignidade de todos e de cada cidadão. (J24 Horas)

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