Início Sociedade UNITA e PRA-JA lutam pelo Luanda enquanto o MPLA afina a sua máquina eleitoral

UNITA e PRA-JA lutam pelo Luanda enquanto o MPLA afina a sua máquina eleitoral

por Editor

As coisas entre os partidos políticos da oposição estão quentes  na grande praça eleitoral, Luanda, está em disputa sem nem indicador concreto. O PRA-JA SA disse que Luanda está controlada por ele, a UNITA diz através do seu secretário provincial na capital, Adriano Sapinala, afirmou afirmou recentemente, que oito em cada dez cidadãos na capital angolana tendem a votar no seu partido.

‎O PRA-JA não concordo com insinuada pelo Adriano Sapinala e o PRA-JA na pessoa da responsável da agremiação feminino dos servidores a MUSA, Amélia António, que sustenta que, entre os eleitores referidos pela UNITA, pelo menos quatro apoiam o partido liderado por Abel Chivukuvuku.

‎O PRA-JA em gesto de ciúme afirmou que o desempenho eleitoral da UNITA em 2022, particularmente em Luanda, resultou em grande medida do apoio do PRA-JA Servir Angola, alegando que esta formação política possui forte aceitação sobretudo no casco urbano da capital.


‎ A UNITA está a perder Luanda a favor do MPLA, essa é real situação da política nacional.


‎O indicador concreto seria uma sondagem independente entre os concorrentes. A pergunta que não calar é com base em que, que a UNITA e o PRA-JA se basearam ao dizerem que estão a controlar a capital do país?


‎Os dados eleitorais são determinados através de uma sondagem concreta e em política essas assuntos são indicadores concretos quando existe alguma pesquisa para se determinar os resultados.


‎O MPLA, partido no poder, tudo indica que poderá dar à oposição cinco zeros em Luanda.


‎As eleições de 2027 podem ficar marcadas, historicamente, por uma descrença política no papel dos partidos da oposição em promover uma alternância de poder, devido à forma como estão a ser constituídos e, sobretudo, a financiar a sua actividade político-partidária.


‎Segundo algumas forças políticas existentes, reclamam falta de financiamento para realização de actividades de massas, têm como primeira causa escassez de fundos (dinheiro).


‎As eleições de 2027 estão a reconfigurar-se como típicas eleições de reestruturação do sistema partidário angolano, deixando de ser eleições de alternância de poder, como foram as eleições de 2022.


‎O fracasso da oposição angolana vai fazer com que o MPLA, venha aganhar com maior.

A verdade é que os partidos da oposição enfrentam vários obstáculos na realidade angolana para realizarem o seu papel de oposição ao governo, como o acesso à imprensa pública, aos tribunais, aos recursos públicos e, sofrem, ainda, o bloqueio no parlamento, onde a maioria parlamentar serve para escudar o partido no poder. Esta realidade devia motivar a oposição a coordenar as suas acções e a estabelecer uma agenda mínima comum, mas, estes partidos não conseguem actuar em conjunto, em razão da desconfiança entre os partidos da oposição.

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