O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, volta a ser alvo de ataques maléficos, cujo fim, como sempre, é queimar a sua imagem, criar o caos social e desestabilizar o país.
Notícias de conteúdo duvidoso, postas a circular em anos anteriores, com a simples intenção de “rebentar” a integridade de um homem de comprovado valor e gerar ódio, estão a ser retomadas por mercenários ao serviço de “interesses tenebrosos” que, sob a capa de “defensores” do Estado angolano, apenas pretendem provocar o caos na sociedade, criando bodes expiatórios para levar a cabo os seus planos satânicos e salvaguardar, sobretudo, os verdadeiros ladrões, inimigos do desenvolvimento nacional e do bem-estar dos angolanos.
O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, tem sido ao longo dos tempos, desde que foi nomeado para o cargo em que se mantem até ao momento, dos governates mais resilientes, competentes e empenhados de Angola, daqueles que não fogem aos desafios.
De um tempo a esta parte, João Baptista Borges tem sido barabaramente achincalhado, torturado e acusado de crimes “arquitectados” nos “laboratórios” de uma “máfia” constituida por indivíduos doentios ao serviço de “interesses terroristas”, corruptos da pior estirpe, lacaios do diabo, que não admitem a competência, o bom trabalho e o sucesso de outros, que se sacrificam ao serviço da nação e pelo bem-estar de todo um povo.
Esses indivíduos são exímios em criar falsos factos maldosos, inventam todo tipo de falsidades para queimar e/ou arrasar, falando em defesa da sociedade, quando na realidade são eles que não querem o desenvolvimento do país e muito menos querem o bem dos angolanos.
O seu único interesse é criar confusão, espalhar o caos para desestabilizar a sociedade e, dessa forma, continuar a delapidar o erário, entravando o progresso e deixar o país na miséria.
Na realidade não passam de uns “vende – pátria”, gente desprezível, se podem ser chamados de gente, pois estão abaixo dos mais sujos vermes que se possa imaginar.
Como as suas mentes ainda funcionam a vapor, quando o mundo já evoluiu e atingiu a era electrónica, não conseguem inventar situações mais convicentes e vão-se apegando às falsidades criadas anteriormente, tudo para continuar a “sacrificar” pessoas de bem.
De acordo com competentes analistas, os autores dessas aberrações, sensacionalistas, são manipulados pela mesma “mão invisível” que orienta o roubo de cabos eléctricos, a destruição de PT’s e das torres de transporte de electricidade de alta tensão em várias regiões do país, com destaque para Luanda, sabotam as condutas de água e adulteram o líquido, orientam os assassinatos de cidadãos, entre outros crimes de lesa-pátria.
Tudo o que está a acontecer no país faz parte de um amplo plano que visa desestabilizar o desenvolvimento nacional. Esses planos vêm de fora e manejam marionetes, muitos deles travestidos em jornalistas, para criar o caos através de falsas notícias.
João Baptista Borges, pela sua dedicação ao trabalho e por não se confinar apenas ao gabinete, preferindo actividades de campo para constatar in loco como anda a materialização dos diversos projectos, interagindo com os técnicos, dando conselhos, ouvindo opiniões e encorajando os trabalhadores, há algum tempo foi apelidado por “Ministro Todo – Terreno”.
Que o país tem problemas, muitos dos quais se arrastam por anos consecutivos, sem que as soluções estejam à vista, é uma verdade. Que ainda há deficiências no abastecimento de água potável e electricidade a nivel de todo o país, idem aspas.
Porém, também é verdade que os referidos sectores, água e energia, têm dado um grande avanço no que à melhoria diz respeito.
Se o ministro João Baptista Borges, está há muito tempo no cargo, é porque lhe é reconhecido valor e competência para que assim seja. Não pode ser ele o culpado de todas as falhas, de todos problemas no país e da demora ou falta de solução para os mesmos.
Apesar dos pesares, mesmo diante de todo veneno que têm destilado contra si, Baptista Borges continua sereno, é um homem de carácter, cujo verdadeiro valor são os seus conceitos e a nobreza dos seus ideais. Por isso, a reacção não passara! (J24 Horas)

