O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, destacou a nova fábrica de processamento de gás no Soyo como um marco estratégico para Angola, e anunciou a expansão energética na região e a parceria com o sector privado para a interlocução regional.
A fábrica de processamento de gás do Soyo tem potencial para contribuir para o aumento da geração de energia elétrica em Angola, pois o gás natural processado pode ser usado como combustível em usinas termelétricas. Isso diversifica a matriz energética do país, diminuindo a dependência de outras fontes, e pode resultar num fornecimento de eletricidade mais estável e eficiente.
A nova infraestrutura, que processará cerca de 330 milhões de pés cúbicos de gás por dia, é crucial para a diversificação energética do país, para a criação de empregos e para o fortalecimento da economia. O projecto, ligado aos campos de gás não associado de Quiluma e Maboqueiro, representa uma oportunidade para reforçar a produção e o processamento de gás, para consumo interno e exportação de GNL.
A fábrica de processamento de gás não associado no Soyo, que foi recentemente inaugurada, irá fornecer gás para o consumo interno e exportação. Este gás pode ser usado como combustível para as centrais elétricas a gás.
O projecto, juntamente com a Central de Ciclo Combinado do Soyo II (atualmente em licenciamento), deverá aumentar a capacidade de processamento de gás do país, o que, por sua vez, suportará um aumento na geração de energia.
O novo projecto de gás complementa a atual Central de Ciclo Combinado do Soyo I e o Projecto Falcão, fortalecendo a infraestrutura de geração de energia a gás no país, reforçando o investimento e a diversificação da cadeia de valor do gás natural em Angola, consolidando o país como um fornecedor competitivo no mercado global.
De acordo com o ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, a parceria com o sector privado é fundamental para a expansão energética a partir do Soyo, pois a energia e a água são vistas como bases para o desenvolvimento e a dignidade humana.
A declaração enfatiza a importância da colaboração com o sevtor privado para impulsionar o crescimento energético da região.
A entrada em funcionamento da fábrica representa um marco na transição energética e no desenvolvimento sustentável de Angola. bem como para a interligação regional. (J24 Horas)
