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Restos mortais do brigadeiro Limuqueno repousam no Benfica

por Redação

MINISTRO DA DEFESA NACIONAL ENALTECE SEUS FEITOS 

Os restos mortais do brigadeiro reformado do exército e presidente da associação dos oficiais generais superiores, capitães e subalternos reformados, José Alberto Nelson Limuqueno, vítima de doença, foram nesta sexta – feira 17, a enterrar no cemitério do Benfica em Luanda. 

André Mavungo 

João Ernesto dos Santos “Liberdade”, ministro da defesa nacional, rendeu no quartel do exército, a última homenagem ao malogrado brigadeiro Limuqueno, enalteceu seus feitos que se traduzam num verdadeiro patriota que soube desde muito cedo e de  forma exemplar, coragem e determinação, a luta em defesa dos interesses da nação.

Em representação do chefe de Estado João Lourenço, o titular da pasta disse que o desaparecimento físico de José Limuqueno “,  “simboliza uma missão triunfante” de um filho que dedicou parte da sua vida para Angola e pelos Angolanos. 

” Estou profundamente consternado, não tenho palavras para descrever a importância que tem esta figura. Foi amigo e colega de trincheira há longos anos, é um vazio que dificilmente se vai preencher na família na associação dos oficiais generais superiores, capitães e subalternos, assim como nas forças armadas angolanas”, escreveu no livro de condolência.  

João  Ernesto “Liberdade”, lembrou que apesar das  diferenças e posições existentes entre pessoas em sociedade, as boas obras ficam para sempre. Admitiu que  brigadeiro Limuqueno foi um cidadão voltado para os interesses colectivos  do país e dos militares reformados em particular, e sempre defendeu a melhoria das condições sociais. 

Recorde – se que foi eleito em 2018 para o cargo de  presidente da associação dos oficiais generais superiores, capitães e subalternos, morreu aos 66 anos de idade, deixou uma viúva e 11 filhos.

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