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Grande revelação: Cientistas russos garantem que Covid-19 não é vírus e pode ser curada até com aspirina

por Redação

A Rússia tornou-se o primeiro país do mundo a realizar uma autópsia (post mortem) em um cadáver de Covid-19 e, após uma investigação abrangente, descobriu que a Covid-19 não existe como um vírus. É um golpe global.

De acordo com os resultados divulgados, as pessoas estão a morrer devido à «radiação eletromagnética global 5G amplificada (veneno)».
Os médicos na Rússia violaram a lei da Organização Mundial da Saúde (OMS), que não autoriza autópsias (post mortem) em corpos de pessoas que morreram, supostamente, com o vírus da Covid-19, tendo descoberto, depois de algum tempo de pesquisa científica, que não se pode presumir que seja um vírus, mas uma bactéria que causa a morte, que causa a formação de coágulos sanguíneos nas veias e nervos, causando a morte do paciente devido a esta bactéria.
A Rússia derrotou o vírus, afirmando que «não há nada além da coagulação phelia-intravascular (trombose) e a maneira de lidar com isso é curá-la».
Assim sendo, a cura para a doença é possível, segundo médicos da Rússia, depois de autópsia (post mortem) de cadáveres do vírus Covid-19. Porém, a notícia ainda está a ser considerada sensacionalista no mundo, «embora a China saiba disso, mas nunca divulgou o seu relatório, afirma.
Ainda de acordo com a mesma notícia, a Covid-19 não é um vírus, mas apenas uma bactéria exposta à ‘radiação 5G’, cuja causa é prejudicar as pessoas com imunidade muito baixa. Essa radiação também causa inflamação e hipóxia.
Aqueles que são vítimas disso devem tomar ‘Asprina-100mg’ e ‘Apronix’ ou ‘Paracetamol 650mg’, porque foi demonstrado que a Covid-19 provoca a coagulação do sangue, o que causa trombose na pessoa e devido à qual o sangue coagula nas veias, pelo que o cérebro, coração e pulmões não podem obter oxigênio, tornando difícil a respiração e mata uma pessoa rapidamente devido à falta de energia da respiração.
Os médicos na Rússia desobedeceram ao protocolo da OMS e realizaram autópsias em cadáveres que morreram de Covid-19. Os médicos abriram braços, pernas e outras partes do corpo e após examiná-los adequadamente, notaram que os vasos sangüíneos estavam dilatados e as veias cheias de trombos, o que geralmente impedia o fluxo do sangue e também reduz o fluxo de oxigênio no corpo, causando a morte do paciente.
Depois de saber desta pesquisa, o Ministério da Saúde da Rússia mudou imediatamente o protocolo de tratamento da Covid-19 e deu aspirina aos seus pacientes positivos, 100mg, e também começou a dar Empromax. Como resultado, os pacientes começaram a recuperar-se e a sua saúde começou a apresentar melhoria. O Ministério da Saúde russo deu alta a mais de 14.000 pacientes em um único dia e os mandou para casa.
O mundo espera por reacções de especialistas de outros países e da própria OMS.
(Fonte: Ministério da Saúde da Rússia via Internet)

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