Início Sociedade Fontes malignas e criminosas estão a associar diversas entidades ao caso do major Pedro Lussaty para destruir o país

Fontes malignas e criminosas estão a associar diversas entidades ao caso do major Pedro Lussaty para destruir o país

por Redação

As pessoas que estão a ser conspurcadas e apontadas como mentores de esquemas que “esvaziam” os cofres públicos em desgraça do país, são tidas como obstáculos no caminho de indivíduos com objectivos maquiavélicos e que almejam a todo custo destruir Angola   Santos Pereira   Na sequência da detenção em flagrfante do major das Forças Armadas Angolanas  adstrito à Casa de Segurança da Presidência da República, Pedro Lussaty, no Aeroporto Internacional  4 de Fevereiro, quando tentava fugir do país com malas contendo diversos milhões em dólares,  euros e kwanzas, entre outros objectos de luxo, imediatamente começou a circular nas redes sociais um leque de notícias apontando diversos nomes de entidades como sendo os “cabecilhas” do esquema. As notícias, que estão a ser consideradas em meios competentes da sociedade como calúnias, injúrias e difamações, com fins inconfessos de pessoas que têm o objectivo de denegrir e banalizar os méritos de entidades como o catedrático Dr. Carlos Feijó, o economista Dr. Jose de Lima Massano, bem como o  general Pedro Sebastião, figuras distintas da sociedade angolana que muito fizeram e têm feito em prol do bem – estar da nação. As pessoas que estão a prestar tal “serviço”, passando por fontes de informação “fidedignas”, estão a espalhar o boato, aproveitando a fragilidade emocional dos cidadãos no contexto das múltiplas carências que atravessa o país, usando a velha estratégia conhecida em sociologia como “dividir para conquistar” ou “dividir para reinar”. Dessa forma, querem ter o controlo da situação, enfraquecendo os que consideram como “adversários” por via da sua fragmentação ou desagregação. Através da divisão rompem-se as estruturas de poder, tornando-as, à partida, mais frágeis. É assim que as pessoas que estão a ser conspurcadas e apontadas como mentores de esquemas que “esvaziam” os cofres públicos em desgraça do país, são tidas como obstáculos no caminho de indivíduos com objectivos maquiavélicos e que almejam a todo custo destruir Angola e todos aqueles que muito têm feito e fazem para que os angolanos tenham um país melhor. Sublinhe-se que o ilustre professor catedrático, Dr. Carlos Feijó, fez parte do Executivo angolano há muitos anos, deixando de exercer quaisquer funções desde 2012 e é um dos cérebros que fez parte da análise e execução da Constituição da República. O renomado economista Dr. Jose de Lima Massano, pelas suas competências, assume pela segunda vez a governação e gestão do Banco Nacional de Angola ( BNA ), realçando que, por longos anos, foi o PCA do BAI, um dos maiores bancos comerciais em território nacional. Outra figura que merece atenção e respeito da sociedade angolana é o general Pedro Sebastião, actual ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República que, por muitos anos, tem cumprido com rigor e responsabilidade as missões que lhe têm sido incumbidas a nível do executivo angolano. Assim sendo, chama-se a atenção dos gestores de sites digitais, bem como a sociedade em geral, a pautar pela presunção da inocência, até que os órgãos competentes se pronunciem oficialmente, antes de se “condenar” publicamente, entidades que, por obra e manobra de “fontes malignas”, os querem associar ao caso do major Pedro Lussaty, ex-financeiro da banda musical presidencial, que há sensivelmente 4 anos foi exonerado do cargo. Tais “fontes”, estão a valer-se dessa estratégia para desviar a atenção pública do verdadeiro foco criminoso e continuarem, com maior ênfase, na sua senda criminosa desgraçando Angola. Não nos deixemos dividir e enfraquecer para não facilitar os designíos macabros desses criminosos!

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