Início Sociedade Chefe da segurança do presidente do Tribunal Supremo assassinado com tiros de AKM dentro da sua casa

Chefe da segurança do presidente do Tribunal Supremo assassinado com tiros de AKM dentro da sua casa

por Redação

O inspector da Polícia Nacional (PN) Ronde Manuel António, de 37 anos, chefe de operações e segurança do presidente do Tribunal Supremo, juiz Joel Leonardo, foi morto a tiro em sua casa com quatro tiros de “Kalashnikov”.

Durante este ataque, cujos contornos ainda não são conhecidos das autoridades, a filha do operacional da PN, de 12 anos, foi atingida com gravidade, na cabeça, estando a receber tratamento no Hospital Municipal do Capalanga em Viana.

O crime ocorreu na casa do inspector da PN, integrado na Unidade de Protecção de Individualidades Protocolares (UPIP), no bairro Muxima Umoxi, adjacente à esquadra do Zango Zero, município de Viana, em Luanda.

De acordo com o superintendente Nestor Goubel, director do gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional, segundo vizinhos ouvidos após o ataque, quatro indivíduos por identificar entraram na casa da vítima sem dar possibilidade de reacção, começando a disparar assim que entraram.

Nestor Goubel explicou ainda que o crime ocorreu na madrugada de quarta-feira (08), cerca das 03:00, quando quatro elementos, até agora desconhecidos pelas autoridades entraram em casa da vítima e cometeram o assassinato. “Dos vários disparos efectuados no interior da residência, resultou igualmente o ferimento grave na região da cabeça da filha da vítima, menor de 12 anos, tendo sido socorrida para o Hospital do Capalanga onde se encontra em coma”, avançou o oficial.

“Os demais membros da família, a mulher e o filho mais novo, ao ouvirem os disparos colocaram-se em fuga e não foram atingidos por qualquer projéctil”, assegurou, destacando que os indivíduos subtraíram “dois telemóveis e uma pistola pertencentes à vítima”.

Apesar do posto que ocupava, chefe de operações e segurança do presidente do Tribunal Supremo, não foi evidenciada qualquer ligação, para já, entre este crime e as funções desempenhadas pela vítima. (Angonotícias)

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