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Associação dos taxistas de Viana em parceria com o banco BAI formam agentes para o projecto “É Kwanza”

por Redação

Mais de 80 agentes foram formados recentemente para o projecto “É Kwanza” do banco BAI,  em parceria com a Associação dos Taxistas de Viana a fim de darem resposta em todo  território nacional

Victor Kavinda

Jackson Manuel, um dos coordenadores do projecto, que falou ao Jornal 24 Horas, disse que a actividade vai ajudar na massificação da empregabilidade da juventude angolana. O projecto “É Kwanza”, permitirá o pagamento de serviços via telefone, como táxis, supermercados, postos médicos, clinícas, propinas da escola e não só. “Tudo isso está na base da não circulação de dinheiro físico tando em conta a situação que o país está a viver  da Covid-19”.

Por outro lado, Jackson Manuel acrescenta que o seu projecto já empregou mais de 200 jovens em vários pontos de trabalho por todo território nacional, para ajudar o governo no combate à fome e à pobreza, sendo para uns o primeiro emprego e “o projecto ‘É Kwanza’ já é uma realidade”.

Por sua vez, o director do fórum de negócios “É Kwanza” do banco BAI, João Carlos Ceitas, realçou que esta actividade vai decorrer até ao  fim deste ano, entre o “É Kwanza” do banco BAI e a associação dos taxistas que venceu o concurso público deste projecto que já reina em todo o território nacional.

João Ceitas avançou que a marca “É Kwanza” também faz parte da rede de distribuições de valores por via de telefone  e o banco BAI vai continuar a apoiar todas as cooperativas que pretendem realizar actividades do género.

“Este serviço está alocado nos mercados formais e informais, paragens dos taxistas interprovinciais, supermercados, etc”.

Esmeralda Figueira da Costa uma das agentes brigadistas do projecto, proveniente do município do Cazenga, referiu que para ela é uma grande oportunidade que se abre para a camada juvenil desempregada em abraçar este projecto que abrange o país em todas as vertentes.

Para o jovem Bunga Paulo, a satisfação é tanta por estar a fazer parte da família “É Kwanza”, QUE o mesmo pretende exercer com zelo tudo aquilo que lhe foi incumbido na formação em estender estes serviços a todas as pessoas que realizam os trabalhos de taxi e não só.

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