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Os piores governantes de 2020

por Redação

Apesar de o Presidente João Lourenço ter mostrado interesse em fazer uma profunda reforma no sistema governativo angolano, começando com o combate à corrupção e todos os males conexos a esse fenómeno que impede e perturba o crescimento económico nacional e que bloqueia o correcto funcionamento das instituições, em prejuízo do desenvolvimento e do bem-estar do povo angolano, a situação continua complicada.

Japer kanambwa

Infelizmente, têm sido os dirigentes os primeiros a praticar a corrupção, imbuídos do espirito do “cabritismo” que imperou durante longas décadas. Muitos são ainda os dirigentes e governantes do país que valem-se dos cargos que exercem para apoderar-se dos bens do Estado, roubar o dinheiro do erário público, em vez de trabalhar em prol da nação.
O país está hoje mergulhado nas trevas da miséria, tendo efectuado um retrocesso na sua caminhada, atingindo um nível de degradação tão grande que será muito difícil recuperar a curto ou médio prazo, caso se acabe com tal estado de coisas.
Entende-se que precisa-se urgentemente de uma política séria e democrática, fundada em compromissos, diálogo e respeito mútuo entre governantes e governados. O Governo tem que ser servido por pessoas com qualidade, de perfil vertical e não por meros aproveitadores, fanfarrões, perversos, com falta de escrúpulos e sem moral, como tem acontecido até agora.
Ao terminar o ano de 2020, que foi bastante difícil, sobretudo para o povo angolano, assinala-se aqui, na perspectiva do público leitor, alguns governantes angolanos que foram considerados os piores em 2020. São os seguintes:

  • Job Castelo Capapinha, governador do Cuanza Sul; Manuel Augusto, ex-ministro das Relações Exteriores, já exonerado; general Pedro Sebastião, chefe da Casa de Segurança do Presidente da República; Ricardo de Abreu, ministro dos Transportes; Vera Daves, ministra das Finanças e Eugénio Laborinho, ministro do Interior.

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