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Karl Mponda explica como chegou a democracia em Angola

por Redação

O líder de um novo partido em Angola, designado de MUN (Movimento de União Nacional) realçou neste sábado 22 onde explicou sobre a democracia em Angola e no continente africano.

Victor Kavinda

Para o líder do MUN, os ventos da democracia só começaram a soprar em Angola e em toda a África no início dos anos 90 com a queda do gigante bloco soviético/comunista, que se designou (perestroika) e tendo a partir daí os EUA se tornado na única potência mundial, foi impondo paulatinamente a democracia nos países e regimes que eram seus aliados em África (que eram todos ditadores, como o regime do Mobutu do Zaire aliado dos EUA e vários outros) bem como nos países/regimes que eram outrora aliados da União Soviética (como Angola, Moçambique e outros).

De acordo com Karl M Mponda, dirigente do MUN, JES e O MPLA se renderam aos novos ventos que sopraram após a queda do Bloco comunista e o fizeram porque não tinham outra opção senão cooperarem com a potência americana.

Aquele político disse ainda que em África os que se recusaram a aceitar os novos ventos da democracia, tiveram um fim trágico, como Mobutu e ironicamente o Dr. Savimbi.

O político fez saber que, se a UNITA tomasse o poder nos anos 80, em que ainda não sopravam os ventos da democracia em África, Angola nunca teria se tornado numa democracia e não teriam saído mais do poder até hoje.

“Teria se transformado num regime semelhante ao do Uganda do Presidente Museveni que chegou igualmente ao poder nos 80 e instaurou uma ditadura que dura até hoje, disfarçada de democracia”.

Karl Mponda, defende, que nenhum partido angolano deve se gabar que trouxe a democracia em Angola porque contradiz os factos historicos.

Ainda de acordo com o político, a história de Angola deve ser contada na perspectiva da verdade e da história sem propagandas políticas e para ser assim, na visão defendida pelo político, só será possível caso uma força que não tenha participipado no conflito armado chega ao poder para não deturpar a história de Angola. Infatizou.

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