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Galo Negro: Presidência sem liderança

por Redação

Muitas irregularidades, mentiras e intrigas agarram-se ao Partido do Galo Negro, aspectos importantíssimos que giram à volta de Adalberto Costa Júnior e a imaturidade política da UNITA.

Por: Kizua Massoxe e Pumba Kibozo

Angola, por se tratar de um país que vive actualmente problemas económicos que reduziram o poder de compra das famílias, por razões de várias ordens, torna-se imperiosa a necessidade de entregar o nosso voto de 2022, a um ente que esteja PREPARADO e com VASTA maturidade política e de gestão pública e não só. O país precisa estar nas mãos de pessoas fiáveis, e não daquelas que dizem ser uma coisa, quando são outra.

A inexperiência da União Nacional para a Independência Total de Angola, torna-lhe vulnerável, comparando a quem a mais tempo governou, não obstantes as suas falhas.

Enquanto cidadão, e sem vínculo nem vontade de ter, ao MPLA, compreendo que falhas monumentais ocorreram, mas também, convenhamos, conseguimos ver melhorias absolutas, desde que começou-se o combate à corrupção e aos vícios que afundaram o país, junto implementação de novas políticas públicas. O resultado começa a ir de encontro com os anseios do povo, faltando apenas o reajuste do poder de compra das pessoas, que, com um golpe de sorte, em pouco tempo pode ser alinhado.

solução não pode estar aquí

Sem fazer um juízo de valores, o partido do Galo Negro, conheceu, até o momento, três líderes que, com caracteristicas peculiares, deixaram um certo desagrado, insatisfação e falta de carisma pública.

Jonas Savimbe, o fundador, caracterizado publicamente como alguém que não teve calma, não chegou ao poder e nem deu, assim, a UNITA, a experiência necessária para o partido governar Angola.

Isaías Samakuva, que sucedeu o fundador e primeiro presidente da UNITA, jamais foi tido nem achado na luta pela a realização do sonho dos angolanos, por se destacar por um político sem carisma, tampouco diligente, também não chegou a glorificar o Galo Negro com o poder, de modos a conceder-lhes sapiência na gestão pública.

MENTIRAS E FALSIDADES DE ADALBERTO COSTA JUNIOR

Por agora, Adalberto Costa Júnior, em cima de um monte de acusações públicas de falsa identidade e enfrentando um combate no seio do próprio partido, contra maus hábitos colossais, não se mostra maturo politicamente para guiar este conturbado barco Angola. Ora, este país precisa de quem goza de maturidade e longevidade politica e que, de modo exequível, consiga vislumbrar e actuar com precisão nos problemas dos angolanos e angolanas.

Adalberto é ainda apontado dentro do próprio partido como sendo o principal responsável pela desorganização nas eleições da LIMA onde foi acusado de ter imposto a sua candidata na liderança daquela organização feminina do maior partido na oposição, esta falta de coesão dentro da própria UNITA condiciona cada vez mais quem fala de alternância no poder.

O jornalista Carlos Alberto, após investigar e informar os podres que veêm do mais alto líder da Galo Negro, alega não ter qualquer admiração pelo novo presidente da UNITA, por não ser patriota, ao ponto de assumir-se publicamente como engenheiro electrónico, quando, na verdade, não tem por concluído este curso superior.

Em artigo publicado nas suas redes sociais, o jornalista afirmou que sempre nutriu extrema simpatia por muitos políticos da UNITA, tal como Isaias Samakuva, Raúl Danda, Mihaela Weba e outros, porém este partido desvirtuou-se, por permitir que alguém que mente o povo angolano poder vir a ser o cabeça de lista das eleições gerais de 2022.

Carlos Alberto não é o único a reparar o perigo que o líder da UNITA pode representar à Angola, caso venha a ser eleito, o deputado Makuta Nkonda, desde sempre apresentou severas críticas ao presidente dos manos.

De acordo com o deputado, Adalberto não passa de um charlatão que “cheio de blá blá blá” quer ludibriar o povo para chegar ao tão meloso poder, não importando os meios a percorrer.

Todas estas ações de Adalberto Costa e a evidente falta de democracia dentro da própria UNITA, é prova de que nem Adalberto nem o partido, pelos desafios que tem a nação, estão em condições de governar este país.

A solução para Angola e os angolanos se encontra em soluções urgentes para o povo e, infelizmente, um ou dois mandatos não seria o tempo suficiente para dar à UNITA competência e domínio da coisa pública, muito pelo contrário, isso pode dar vazão a um impacto negativo, que pode ser enormemente imensurável.

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